ASSESSOR DE TRUMP AFIRMA QUE LÍDERES MUNDIAIS APOIAM A DIVULGAÇÃO DE ARQUIVOS SOBRE UFOS
Discurso bombástico de Donald Trump sobre UFOs estaria “pronto para ser proferido”, segundo fonte interna, e seria considerado “urgente”.
Novas alegações sugerem que o presidente Donald Trump pode estar preparando um discurso bombástico revelando décadas de supostas evidências de UFOs. Um assessor teria afirmado que líderes mundiais apoiaram essa divulgação.
Donald Trump supostamente teria um discurso preparado sobre UFOs. As novas alegações indicam que o presidente pode estar se preparando para fazer um pronunciamento sensacional, revelando ao público décadas de supostas evidências relacionadas a fenômenos aéreos não identificados.
As alegações partem de Mark Christopher Lee, escritor, diretor, produtor e autoproclamado ufólogo britânico. Ele afirma ter sido informado por “um assessor do governo Trump” de que o presidente recebeu autorização de outros líderes mundiais para fazer uma declaração oficial sobre objetos voadores não identificados.
“Um assessor do governo Trump me disse que o presidente recebeu autorização dos principais líderes mundiais para fazer esse anúncio”, declarou Lee.
Segundo Lee, o discurso revelaria a verdade sobre décadas de evidências relacionadas a fenômenos aéreos inexplicáveis, materiais recuperados de supostos locais de acidentes e relatos de testemunhas oculares militares que, segundo ele, não têm qualquer semelhança com tecnologia humana reconhecida.

“Ele confirmará que a análise forense de veículos extraterrestres recuperados e de materiais biológicos não humanos estabeleceu sua origem extraterrestre”, disse Lee, descrevendo o discurso como “o primeiro reconhecimento oficial dessa realidade por qualquer líder mundial”, segundo reportagem do Mirror US.
O discurso estava inicialmente previsto para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, revelou Lee, mas teria sido adiado para coincidir com o 79º aniversário do incidente de Roswell, em 8 de julho.
“Novos desenvolvimentos na área da inteligência tornaram isso uma questão urgente”, explicou Lee.
“Acredito que o presidente Trump gosta de agir espontaneamente e talvez não queira esperar até 8 de julho. Ele também pode suspeitar que a Rússia ou a China possam se antecipar.”
Lee sugere que o anúncio planejado reconheceria oficialmente vários incidentes com UFOs amplamente documentados, já verificados pelos militares dos Estados Unidos e examinados durante audiências no Congresso.

Entre os casos citados estão o incidente do USS Nimitz, em novembro de 2004, os eventos GoFast e Gimbal envolvendo o USS Theodore Roosevelt em 2015, e o notório incidente de Roswell, ocorrido em 1947.
O incidente de 2004 envolvendo o USS Nimitz ganhou atenção especial após o depoimento sob juramento do ex-piloto de caça da Marinha dos EUA, David Fravor. Em 2023, ele declarou ao Congresso que foi redirecionado durante um exercício de treinamento, próximo a San Diego, para investigar um objeto não identificado detectado pelo radar de navios da Marinha.
Fravor relatou ter observado uma aeronave branca com cerca de 12 metros de comprimento, sem asas visíveis ou sistema de propulsão aparente, com formato semelhante a um “Tic Tac”.
Ele descreveu que o objeto espelhava os movimentos de sua aeronave antes de acelerar a uma velocidade extraordinária, reaparecendo inexplicavelmente a cerca de 60 milhas de distância, em um ponto de encontro secreto, poucos instantes depois.
De forma semelhante, em 2015, encontros adicionais com objetos inexplicáveis foram registrados por pilotos e operadores de radar a bordo do USS Theodore Roosevelt.
Apelidados de GoFast e Gimbal, esses incidentes foram registrados por equipamentos de mira infravermelha e só foram divulgados publicamente pelo Pentágono anos depois.
Lee atribuiu as informações a uma fonte que descreveu como “um empresário bem-sucedido que atuava como conselheiro de funcionários do governo Trump”, que supostamente também estaria envolvido na revisão de material arquivado sobre UFOs em preparação para a divulgação planejada.
“Ele enfatizará que é o primeiro presidente a autorizar a divulgação completa porque o povo americano merece transparência”, disse Lee, acrescentando que o discurso também faria referência à estabilidade geopolítica e às iniciativas bipartidárias no Congresso como fatores que tornariam essa divulgação possível neste momento.

