66 ANOS DE BRASILIA: FOTOS, IMAGENS E CASOS DE UFOS NO DF

Aparições misteriosas ocorrem desde a fundação da capital em 1960, com relatos notáveis próximos ao Plano Piloto, cidades satélites, Lago Paranoá, Presídio da Papuda, além de documento oficial da FAB relatando que um avião perseguiu um UFO na Esplanada dos Ministérios

Além de ser admirado por sua beleza, o céu de Brasília já foi palco de fenômenos curiosos, como avistamentos misteriosos de objetos voadores não identificados (OVNIs/UFOs).

Desde o começo da construção da capital, havia relatos de avistamentos de objetos metálicos durante o dia e de objetos luminosos e esféricos à noite.

Naquele período, circulava a informação de que Juscelino Kubitschek, então presidente da República, teria avistado um desses objetos sobrevoando a área.

Objetos voadores não identificados em Brasília

Um dos primeiros relatos de avistamento de UFOs em Brasília teria ocorrido em 1959, por um religioso conhecido apenas como “padre Raimundo”. Na área do Núcleo Bandeirante, o clérigo registrou a imagem do UFO utilizando uma câmera “lambe-lambe”.

Em outubro de 1959, o padre Raimundo contou que caminhava pelo Núcleo Bandeirante quando se deparou com uma multidão olhando para o céu azul com poucas nuvens. Por volta das 10h, um objeto desconhecido se movia e permanecia no espaço.

Padre Raimundo e três de suas fotos do objeto no Núcleo Bandeirantes. Na época,
foram tidas como verdadeiras e que se tratavam do mesmo objeto observado
por dezenas de pessoas, inclusive pelo presidente da Novacap. Será?

O sacerdote decidiu enviar as fotos para um primo que servia na Marinha Brasileira no Rio de Janeiro. Logo após, recebeu o material contendo outras fotos reveladas, porém sem qualquer laudo técnico.

O tema foi amplamente abordado no Correio Braziliense. Em 1960, o jornal foi pioneiro ao relatar a ocorrência de um UFO em Brasília. De 1960 a 1977, o veículo de comunicação publicou onze matérias sobre objetos voadores não identificados em Brasília. Dentre as publicações, o primeiro registro em 1960 merece destaque.

Com o título “Disco voador no céu de Taguatinga”, a publicação apresenta o relato do dia 29 de novembro do mesmo ano, quando, às 21h30, um objeto não identificado, parecido com uma bola de fogo, atravessou o céu da cidade.

Correio Brasiliense

A princípio, pensou-se que o objeto fosse uma estrela cadente, porém o trajeto em zig-zag em direção a Anápolis despertou a atenção dos observadores, que se reuniram para acompanhar as movimentações do objeto incomum, que não se assemelhava a nenhuma estrela.

Na estrada Brasília-Belo Horizonte, a 15 quilômetros da capital, os deputados federais Paulo Pinheiro Chagas e Bias Fortes avistaram, em 1967, uma luz intensa que supuseram ser um disco voador. O depoimento da dupla foi publicado um ano depois no jornal Diário de Notícias.

No céu, havia um objeto imóvel, de forma triangular e com uma luminosidade intensa. “Ficamos assim, observando por aproximadamente quatro minutos, quando o engenho se moveu na direção da cidade de Goiânia a uma velocidade impressionante“, relatou Chagas na época.

Em 1969, uma nova ocorrência fez com que os habitantes de Alexânia, cidade próxima a Brasília, classificassem os UFOs como “assombração” e “coisa de outro mundo”.

Uma fazenda situada a 25 quilômetros de Alexânia atraiu a atenção dos habitantes locais, das cidades vizinhas e da imprensa. Todos se dirigiam ao local ao entardecer e no início da noite para observar um objeto voador que emitia luzes brilhantes e intermitentes. Segundo relatos da época, os objetos foram avistados a uma distância de 10 a 20 metros do chão.

O tema foi abordado criticamente na publicação “Os discos rondam o Planalto” de 1977, que também destacou o interesse dos pesquisadores no assunto. “Um fenômeno estudado com rigor científico, os Objetos Voadores Não-Identificados, apenas contribui para a mistificação quando aqueles que abordam o assunto buscam apenas lucrar facilmente com teses absurdas.” Por outro lado, se o tema é abordado por um fotógrafo com cuidado profissional, mas sem exageros, esses objetos, os discos voadores, transitam do ridículo para o verossímil, incentivando as conjecturas sobre seu significado”, dizia a matéria de forma crítica.

Ao visitar um amigo na SQS 404, Bloco Q, Apto. 207, Eduardo se deparou com um objeto luminoso descendo sobre um bloco da quadra fronteira, a SQS 205. A lente de que dispunha no momento, de 50 mm, não permitiu reproduções satisfatórias. Mas, interessado pelo tema, Eduardo resolveu armar no quarto do amigo, sobre tripé, uma Nikon F-2, com teleobjetiva de 400mm. E, assim, no dia seguinte (exatamente às 20h), conseguiu registrar o objeto, que demorou duas horas para se esconder nesta segunda aparição.

O profissional em questão se tratava de Eduardo Stuckert, cujo sobrenome, nos meios de imprensa de Brasília, é considerado uma prova de competência profissional e honestidade em matéria de fotografia — uma vez que seu pai e mais dois irmãos se dedicam há anos ao mesmo trabalho, tendo constituído, inclusive, uma empresa própria, a Stuckert Press, foi quem fez esta sequência de fotos para o Correio Braziliense.

A caminho de Itiquira, família vê “disco voador”

Na década de 1970, a região da Cachoeira de Itiquira ainda era isolada, com acesso por estrada de terra e pouca circulação de veículos. Foi nesse cenário que, em 19 de fevereiro de 1977, durante o Carnaval, o casal Moab e Ailza Farias, junto com a filha Gláuci e o irmão de Moab, decidiu acampar no local.

Durante a viagem noturna, ao observar o céu estrelado, eles perceberam uma luz incomum que se movia de forma diferente das estrelas. O objeto, descrito como um disco luminoso com luzes piscantes, aproximou-se rapidamente e passou a seguir o carro, emitindo flashes intensos que dificultavam a visão.

Tomados pelo medo, os ocupantes não conseguiram fugir devido às condições da estrada. Após alguns minutos de tensão, o objeto se afastou, permitindo que seguissem viagem. Porém, pouco depois, reapareceu à frente do veículo, a cerca de 20 metros de altura, momento em que o carro apagou e parou automaticamente.

Eles então observaram o objeto mais de perto: uma estrutura de aproximadamente 10 metros de diâmetro, com luz branca giratória no topo, luzes vermelhas na borda e intensos flashes na parte inferior. Após cerca de cinco minutos, o objeto desapareceu.

Representação do objeto feita de acordo com o depoimento das testemunhas
mostradas na página anterior. O desenho foi elaborado sobre uma foto verdadeira
do local do avistamento

O episódio deixou consequências físicas e psicológicas. Ailza apresentou alterações de saúde e pesadelos recorrentes, a filha também teve sintomas, e Moab sofreu inchaço nas pernas. O carro teve danos elétricos, como faróis queimados e pilhas destruídas.

A experiência marcou profundamente a família, que afirmou nunca mais querer vivenciar algo semelhante. O caso teve início por volta das 19h30, a poucos quilômetros da cachoeira.

Avião tenta atirar em UFO sobre a Esplanada dos Ministérios

Em 29 de maio de 1977, durante a aproximação do voo FAB 4570, um avião Xavante, o controle de tráfego aéreo (APP BR) solicitou à aeronave que confirmasse a presença de um tráfego à frente, a aproximadamente 10 milhas náuticas (18,52), alinhado à sua proa. O objeto apresentava velocidade muito baixa, com altitude e tipo desconhecidos. A tripulação respondeu inicialmente que não avistava nada.

Na sequência, o controle orientou o procedimento de rebloqueio para ILS (Sistema de Pouso por Instrumentos) e indicou contato com a torre na frequência 118.1.

Houve, então, uma interrupção na gravação. Ao retomar, o piloto do FAB 4570 questionou se o controle poderia confirmar a altitude do objeto. O APP BR respondeu que o alvo estava à direita da aeronave, na posição de uma hora, ainda com altitude desconhecida, e informou que o objeto se encontrava a apenas 1 milha náutica (1,852km) da aeronave e a cerca de 2 milhas do aeroporto, cruzando sua trajetória.

Mesmo assim, o piloto voltou a afirmar que não conseguia visualizar nada. O controle então relatou que o contato no radar havia desaparecido momentaneamente, mas que acompanhara seu deslocamento desde cerca de 15 milhas (27,78km) na proa de Brasília, sempre com velocidade reduzida. Pouco depois, o objeto reapareceu no radar, já posicionado sobre o aeroporto.

Dessa vez, o piloto confirmou o avistamento: uma luz azul, semelhante a uma estrela, porém em movimento lento sobre a área do aeroporto. O controle reforçou que o objeto vinha do setor norte de Brasília, tendo sobrevoado pontos estratégicos como o Palácio da Alvorada e a Esplanada dos Ministérios, antes de se dirigir ao aeroporto, e pediu nova confirmação visual.

O piloto reiterou que estava vendo o objeto, mas destacou que ele se encontrava em altitude elevada, descrevendo novamente a luz azul em deslocamento. Em seguida, a aeronave FAB 4570 tentou aproximar-se do objeto, mas não conseguiu alcançá-lo, e de acordo com o documento da FAB “mas não conseguiu atingi-lo”. Após a tentativa frustrada, a aeronave retornou e realizou o pouso. O registro do ocorrido foi classificado como “Reservado”.

Em 1982, o jornal O Globo publicou que Luís Carlos Paixão, subsecretário-geral do extinto Ministério do Interior, extinto em 1990, teria sido “perseguido por objetos voadores”.

Na postagem, ele afirmou que estava viajando de carro com a família em direção ao Planalto Central quando avistou aproximadamente cinco UFOs “voando em formação“.

Outro incidente notável ocorreu em 1991, quando um UFO supostamente sobrevoou o Complexo Penitenciário da Papuda, localizado na região de São Sebastião.

Militares em patrulha relataram ter avistado um objeto ovalado e brilhante sobre o presídio. Os policiais informaram à imprensa sobre a situação na época. O fato foi noticiado pelo jornal Correio Braziliense em 13 de abril de 1991.

Militar dá entrevista sobre seu avistamento
Desenho do UFO visto pelos policiais do Presídio da Papuda

De acordo com uma matéria veiculada no Correio, “o UFO que sobrevoou o presídio da Papuda foi captado pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), entidade vinculada ao Ministério da Aeronáutica“.

Um dos policiais informou que o objeto não identificado tinha uma forma retangular na tela e se movia a uma velocidade estimada em 700 km/h, emitindo “uma intensa luz azul que mudava para vermelha“.

O UFO da Barragem do Paranoá

Cinco anos depois, ocorreu outro incidente em Brasília, desta vez na Barragem do Lago Paranoá.

No dia 21 de agosto de 1996, às 04h30, ocorreu um dos mais impressionantes casos ufológicos do Brasil. Envolveu três empresários que voltavam de uma viagem a Palmas (TO) e policiais do Batalhão Pioneiro da Polícia Militar do Distrito Federal, que estavam em cinco viaturas e uma ambulância atendendo a uma emergência na cidade-satélite do Paranoá.

Hildo de Oliveira, Agamenon Nascimento e Antonio Rodrigo Cassimiro já tinham viajado 900 km quando, perto da QI 17 no Lago Sul, Agamenon chamou a atenção de Hildo e Cassimiro para uma luz que os seguia, sempre adiante, a aproximadamente 100 m e um pouco acima dos postes de iluminação.

Uma das fotos do UFO feita por Marcelo (Crédito da imagem: Revista Fenômeno UFO. Proibida a reprodução sem autorização do autor)

Na QI 27, a cerca de 200 metros de um posto de combustíveis em construção, uma luz pairou sobre a pista, emitindo um feixe de luz branca leitosa que obstruía completamente a visão dos ocupantes do veículo. Agamenon estacionou o carro à esquerda da estrada, no canteiro que separava as duas pistas, para evitar passar por baixo daquela verdadeira barreira de luz fosca. Ali, permaneceram por alguns minutos, amedrontados e apreensivos.

Quando o objeto retomou o movimento, eles prosseguiram, continuando a busca por alguém que pudesse observar aquela luz. Na QI 29, novamente acompanhados pelo objeto, pararam em um posto policial. Dois policiais observaram e confirmaram que o objeto estava estacionado no céu, mas, considerando a situação irrelevante, ignoraram e entraram no trailer.

Assim que os empresários partiram, a luz também se deslocou. Mais adiante, na Barragem do Paranoá, o UFO passou a sobrevoar as águas do Lago Paranoá, a aproximadamente 30 metros de altura e a 100 metros de distância. Foi então que o grupo percebeu uma agitação na água, como se uma lancha estivesse passando pelo local em alta velocidade. Depois, o objeto se colocou à direita dos espectadores. Continuaram até um quartel do Corpo de Bombeiros, porém não encontraram ninguém.

Hildo e
Marcelo, este último segurando a mesma

Nesse momento, Agamenon entrou em contato com a Polícia Militar. Uma equipe da corporação e até uma ambulância, que prestou atendimento a um incidente na cidade-satélite do Paranoá, chegaram ao local em menos de dez minutos.

Na viatura da PM estavam o cabo Galdino e mais três policiais, que se dirigiram aos empresários e comunicaram que haviam registrado o objeto momentos antes. Hildo recordou-se de seu filho Marcelo de Oliveira, fotógrafo profissional, que estava na casa da tia nas proximidades, e o chamou. Marcelo chegou ao local em 20 minutos e tirou 36 fotos do UFO.

No começo da manhã, o cabo José Galdino relatou que a luz foi se distanciando até desaparecer. “Era como uma lua que surgia e desaparecia”.

De acordo com uma reportagem da Folha de S.Paulo da época, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que os radares das Forças Armadas não detectaram o voo de nenhum objeto incomum na madrugada de ontem, e não havia fatos “consistentes” a serem comentados.

“Sonda extraterrestre” faz criança desmaiar

Outro incidente ufológico atraiu a atenção da ufologia brasileira em 1997. Uma criança que presenciou um evento ufológico e sua família.

Em um domingo, 15 de junho de 1997, às 10h, um objeto esférico com um aro ao seu redor resolveu observar Omerinda, uma menina de 10 anos. Ela brincava em uma pequena nascente a menos de 100 metros de sua casa, no Lago Oeste. O objeto tinha 30 cm de diâmetro e era dourado. A menina lavava panelas e pratos quando, subitamente, se viu cercada pelas manobras rápidas de um objeto estranho que girava ao seu redor.

Omerinda no local
em que desmaiou após ter sido envolvida pelas manobras rápidas do estranho
objeto. O artefato era dourado e tinha cerca de 30 cm de diâmetro
Floriano e Omerinda no local da ocorrência

A criança, de origem humilde e sem nunca ter ouvido falar sobre discos voadores ou sondas, ficou assustada e começou a gritar por ajuda. O irmão Floriano, de 14 anos, veio em seu auxílio.

Ao chegar ao local, ele presenciou as manobras finais do objeto, que, em seguida, se afastou em direção ao vale e desapareceu no horizonte. A pequena Omerinda desmaiou, e Floriano pediu ajuda ao pai, Diógenes José Ribeiro, de 82 anos, que atendeu à filha, já sem sentidos e com a pele arroxeada.

Acreditando que a menina estava morta, ele a entregou ao irmão mais velho, Donizete, de 42 anos, que a levou para Sobradinho, cidade onde morava a irmã Deuzira, de 56 anos. Lá, a menina recuperou a consciência, mas, como ainda estava debilitada, Deuzira decidiu levá-la ao Hospital Regional da cidade. A menina ainda se sentiu mal por alguns dias, mas depois se recuperou.

O UFO da BAND

Uma equipe da TV Bandeirantes já estava em campo na noite de 23 de dezembro de 2001, estava voltando de Goiânia (GO), cidade onde realizou uma reportagem a respeito do Césio137.

O repórter Fábio Panuzzi, o cinegrafista Isac Neves Gazineu e o auxiliar Eliésio integravam a equipe. Por volta das 20h45, enquanto estavam na cidade-satélite de Samambaia, na BR-060, foram surpreendidos por uma esfera de luz branca que passou sobre o veículo e pousou do outro lado, na pista oposta. Assim que pararam o veículo, Isac posicionou a filmadora no tripé e iniciou a gravação. Ele afirmou que só a removeu de lá quando foram colher o depoimento de mais duas pessoas que estavam em frente a uma casa do lado oposto da pista.

Imagem da filmagem do UFO feito pela equipe da BAND.

Tinha chovido, o céu estava encoberto e havia uma leve brisa. O pequeno objeto, estimado como do tamanho de uma bola de vôlei, movia-se em trajetórias retilíneas, subindo e descendo em ângulos de 90°. Em seguida, posicionou-se atrás de uma antena de repetição de telefonia celular, situada a cerca de 250 m de altura e a 200 m do local onde estava. Dois aviões comerciais se preparavam para aterrissar no Aeroporto Internacional de Brasília enquanto o repórter Fábio ligava para o Cindacta para relatar o incidente. As aeronaves passaram muito próximas do objeto luminoso. Naquela noite, o tráfego na estrada estava intenso.

Quando a câmera fazia o zoom, era possível ver os veículos passando e o objeto, agora pequeno, no espaço. Isac também afirmou que a cor do objeto era amarelada, com uma espécie de língua de fogo que se movia rapidamente ao seu redor.

Depois de filmar por aproximadamente 35 minutos, a equipe conversou com um motociclista que estava passando e que forneceu uma descrição detalhada do incidente, que ele já havia notado antes de estacionar. Também foram ouvidos dois jovens que costumavam soltar pipas na área e que se encontravam fora da casa citada anteriormente.

Afirmaram que, devido à chuva e à falta de vento, não seria possível soltar pipas naquele momento, pois elas não conseguiriam subir. Além disso, devemos considerar os testemunhos dos funcionários da Band. A gravação mostra e reproduz o telefonema do repórter Fábio ao Cindacta, comunicando sobre o incidente. O caso até hoje permanece sem solução.

Aos 66 anos, Brasília permanece cercada por um histórico intrigante de avistamentos de UFOs que atravessa gerações. Entre relatos de luzes no céu e objetos de comportamento inexplicável, a capital reforça sua imagem de cidade à frente do tempo, em que o real e o desconhecido parecem se cruzar. Sem respostas definitivas, o mistério persiste, mantendo Brasília como um dos cenários mais enigmáticos da ufologia brasileira.

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