PILOTOS SÃO PERSEGUIDOS POR UMA NAVE MISTERIOSA NOS CÉUS DE NEVADA
Caça secreto ou nave alienígena? Pilotos são perseguidos por um objeto misterioso nos céus de Nevada.
Um jato executivo particular relatou ter sido alvo de um objeto não identificado enquanto sobrevoava o norte de Nevada, um incidente que gerou mais perguntas do que respostas depois que o governo se recusou a divulgar os dados do radar.
Novos registros oficiais da Administração Federal de Aviação (FAA), obtidos pelo pesquisador John Greenewald por meio da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), trouxeram à tona um incidente perturbador ocorrido em maio de 2025.
O incidente envolveu o voo PWA192, um Gulfstream G150 operado pela Priester Aviation, que viajava de São Francisco para Chicago. De acordo com registros internos e áudios do controle de tráfego aéreo, a tripulação observou um objeto que manteve uma trajetória paralela à aeronave por aproximadamente 160 quilômetros (100 milhas), uma manobra persistente de “seguimento” que é inconsistente com um avistamento fortuito.

O aspecto mais perturbador do relatório é a discrepância tecnológica. Embora os pilotos tenham descrito visualmente o objeto — inicialmente como um “círculo preto” e posteriormente como algo semelhante a um “jato de combate” — os controladores do Centro de Oakland confirmaram que absolutamente nada foi detectado em seus sistemas de radar.
Ascensão ao espaço?
O registro oficial da FAA (Formulário 7230-4) documentou o evento em tempo real. De acordo com o relatório, o objeto não apenas igualou a velocidade de cruzeiro do jato em alta altitude, como também encerrou o encontro com uma manobra impossível para a aviação comercial: uma ascensão vertical repentina e em alta velocidade até desaparecer de vista.
Apesar da precisão deste relato visual, a resposta técnica das autoridades tem sido de sigilo. Embora o incidente tenha ocorrido perto de instalações militares ultrassecretas — como a Estação de Armas Navais de China Lake e o Campo de Testes de Tonopah — a FAA optou por classificar os dados de radar, invocando exceções de segurança nacional e argumentando que a divulgação de tais informações poderia expor vulnerabilidades na infraestrutura do Departamento de Defesa.
Contudo, o silêncio dos radares oficiais não mascara a gravidade técnica do ocorrido. Especialistas em aviação apontam que este caso é incomum devido ao longo período em que foi detectado. O fato de uma aeronave civil avançada, equipada com modernos sistemas anticolisão, não ter conseguido detectar eletronicamente um objeto que estava fisicamente próximo a ela evidencia uma falha crítica na segurança do espaço aéreo dos EUA.
Por ora, os registros classificam o objeto simplesmente como “não identificado”. Se foi um teste fracassado de tecnologia militar de camuflagem ou um fenômeno anômalo de origem desconhecida, permanece um mistério, oculto por trechos censurados em documentos oficiais.

