A NASA MANIPULOU IMAGENS DE UFOS!

Crescem as alegações de que a NASA teria modificado ou retocado imagens que mostrariam possíveis UFOs; e esse tipo de acusação já circula há bastante tempo.

Essas narrativas ganharam maior visibilidade sobretudo após o depoimento de Donna Hare, que afirmou ter atuado no início da década de 1970 como contratada da Philco Ford, prestando serviços de informática e engenharia relacionados a laboratórios fotográficos vinculados à agência espacial norte-americana.

Segundo seu relato, todas as imagens que exibiam possíveis UFOs teriam passado por algum tipo de retoque ou filtragem antes de serem arquivadas ou divulgadas. Hare afirmou em entrevistas que existiria inclusive um codinome “Papai Noel” usado internamente para se referir a três objetos não identificados supostamente observados durante missões de pouso na Lua. De acordo com ela, técnicos teriam sido advertidos de que poderiam perder benefícios e aposentadorias caso comentassem esses registros.

Em depoimento ao projeto Sirius Disclosure, Hare declarou que ocupava uma função ligada à segurança e que isso lhe permitia circular por áreas restritas de um setor conhecido como “Prédio Oito”, apontado por suas fontes como um núcleo de tratamento sensível de informações. Ela contou que, em conversas informais com funcionários graduados, ouviu relatos sobre ocorrências mantidas em sigilo, entre elas, a presença de três objetos na superfície lunar durante uma das missões tripuladas.

Intrigada, disse ter buscado confirmar os comentários recebidos e passou a associar o Prédio Oito ao suposto processo de ocultação. Em uma de suas falas, mencionou que uma pessoa que teria confirmado a existência de um objeto na Lua depois não pôde mais ser localizada. Também relatou o caso de um segurança que, segundo ela, teria sido pressionado por homens armados a destruir fotografias que mostrariam um UFO.

Outro episódio citado envolve a análise de uma imagem de satélite. Hare contou que um colega chamou sua atenção para um ponto claro na foto. Ao questionar se poderia ser um defeito de emulsão, ele teria respondido que a marca projetava sombra, o que indicaria tratar-se de um objeto sólido. Ao ser perguntado diretamente se era um UFO, o colega não confirmou, mas, segundo ela, deu a entender que não era um simples artefato fotográfico.

Ela também afirmou que a Philco Ford manteria procedimentos específicos para separar ou descartar imagens com registros de objetos anômalos. Esse ponto é frequentemente questionado por críticos, pois, oficialmente, o contrato da empresa com a NASA era voltado a suporte de engenharia e operações do Controle de Missão, com fornecimento de hardware e software, não ao setor fotográfico. Ainda assim, Hare sustentou ao longo dos anos que seus relatos são autênticos e que houve tentativas de desacreditá-los.

As declarações permanecem controversas. Não há confirmação documental pública de que a NASA tenha adotado um programa sistemático de retoque de imagens de UFOs, e a agência historicamente nega acusações de acobertamento fotográfico deliberado. Mesmo assim, o testemunho de Donna Hare segue sendo citado em debates sobre transparência e tratamento de registros visuais ligados ao fenômeno UAP.

Assista ao vídeo onde Donna Hare faz essas afirmações

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