HILLARY CLINTON APOIA A DIVULGAÇÃO DE ARQUIVO SOBRE UFOS DURANTE DEPOIMENTO SOBRE EPSTEIN

Durante seu depoimento a portas fechadas perante o comitê da Câmara dos Representantes dos EUA sobre o falecido criminoso Jeffrey Epstein, Hillary Clinton foi questionada sobre UFOs pelo congressista Eric Burlison.

Burlison fez referência ao filantropo Laurance Rockefeller, observando que ele “liderou um esforço” para desclassificar os registros de UFOs durante a presidência de Bill Clinton.

Ele também lembrou aos presentes que, durante a campanha presidencial de Clinton, um de seus assessores sugeriu publicamente que ela divulgaria arquivos sobre UFOs caso fosse eleita.

Ao ser questionada se teria permitido a divulgação caso tivesse sido eleita presidente em 2016, Clinton respondeu:

Fico satisfeita que tenham de ser cuidadosamente analisadas para que nenhuma informação de segurança nacional seja divulgada. Esta é uma questão de extrema importância para muitas pessoas, e tudo o que puder ser divulgado deve ser divulgado”.

Uma das questões que Clinton enfrentou foi se lhe foi negado o acesso a informações sobre a teoria dos UFOs de Gilgameth.

Os defensores dessa teoria acreditam que deuses e heróis antigos, incluindo Gilgamesh, o herói de um antigo poema épico mesopotâmico, estariam envolvidos na história. Alguns também acreditam que o governo dos EUA ocultou a suposta descoberta da tumba de Gilgamesh para suprimir evidências da existência de extraterrestres.

Clinton afirmou que não lhe foi negado o acesso ao tema dos UAPs ou de Gilgamesh, pois ela nunca o solicitou. Ela declarou seu apoio à transparência sobre o assunto.

Acho que a informação deveria ser disponibilizada”, disse ela. “Acho que isso já foi ordenado, ou pelo menos li que foi ordenado”.

A resposta de Clinton não detalhou nenhum programa específico, mas esclareceu a questão da divulgação, que tem recebido muita atenção recentemente, especialmente após a ordem executiva de Trump na semana passada, que instruiu o Pentágono a liberar arquivos confidenciais sobre UFOs que datam de décadas atrás.

Dublagem gerada por I.A.

Alguns comentários em fóruns na Internet expressaram frustração pelo fato de perguntas mais detalhadas não terem sido feitas. Um deles escreveu: “Vocês têm David Grusch na equipe e fazem a ela apenas 2 ou 3 perguntas aparentemente de improviso… Trabalho decepcionante.”

David Grusch é um denunciante proeminente na comunidade ufológica e anteriormente ocupou um cargo de consultor sênior na Burlison, auxiliando em questões legislativas relacionadas ao lobby para a divulgação de arquivos.

Com outros denunciantes proeminentes entrando em cena, como Lue Elizondo, ex-agente especial de contrainteligência do Exército dos EUA, alertando as autoridades de que “é melhor que elas sejam transparentes no futuro“, a pressão pela divulgação de informações sobre UFOs está ganhando força.

E embora os comentários de Hillary Clinton possam ter ocorrido durante um período focado em Jeffrey Epstein, a interação demonstra a persistência e a importância do atual debate sobre a divulgação de informações.

É importante lembrar, como já foi dito, que todos os pré-candidatos à presidente dos EUA disseram em suas campanhas que liberariam os arquivos ufológicos.

Durante a campanha presidencial norte-americana de 2016, a então candidata democrata Hillary Clinton fez um gesto incomum que chamou a atenção da comunidade ufológica mundial. Em entrevistas e declarações públicas, ela indicou que, caso fosse eleita presidente dos Estados Unidos, poderia avaliar a possibilidade de tornar públicos arquivos governamentais relacionados a fenômenos aéreos não identificados.

A afirmação surgiu em meio a um contexto político peculiar: nos anos anteriores, crescia a pressão de pesquisadores, jornalistas e organizações civis por maior transparência sobre documentos classificados envolvendo avistamentos de objetos desconhecidos registrados por militares e agências de inteligência.

Um dos fatores que aproximaram a campanha de Clinton desse tema foi a atuação de John Podesta, um de seus principais conselheiros políticos e ex-chefe de gabinete da Casa Branca durante o governo de Bill Clinton. Podesta há anos demonstrava interesse pelo assunto e chegou a afirmar publicamente que uma das maiores falhas do governo norte-americano havia sido não divulgar integralmente informações sobre UFOs.

Em entrevistas concedidas durante a corrida eleitoral á época, Hillary declarou que pretendia investigar mais profundamente os arquivos existentes, especialmente aqueles relacionados a instalações militares historicamente associadas a rumores sobre pesquisas secretas, entre elas a famosa Área 51, no estado de Nevada. Segundo a candidata, caso existissem informações relevantes escondidas do público, seria importante avaliar a possibilidade de liberá-las.

A declaração teve grande repercussão entre ufólogos e pesquisadores independentes, que interpretaram o posicionamento como um sinal de abertura política para discutir um tema que durante décadas permaneceu cercado por sigilo e estigma.

Contudo, Clinton também manteve cautela em suas palavras. Ela afirmou que a primeira etapa seria verificar o que realmente existe nos arquivos governamentais. Somente após essa análise seria possível determinar quais informações poderiam ser divulgadas sem comprometer questões de segurança nacional.

Na época, a fala da candidata reforçou um debate recorrente nos Estados Unidos: até que ponto o governo mantém documentos secretos sobre fenômenos aéreos não identificados e se tais registros poderiam conter informações ainda desconhecidas do público. Hillary não foi eleita.

Fonte: NewsNation

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