DOCUMENTOS REVELAM QUE BUZZ ALDRIN VIU UFO ENORME PRÓXIMO À LUA

Arquivos do FBI divulgados pelo governo Trump, confirmam que Buzz Aldrin observou uma “fonte de luz bastante brilhante” a bordo da Apollo 11.

Esses são alguns dos detalhes de um novo lote de arquivos sobre UFOs que o Pentágono começou a divulgar na sexta-feira, enquanto o presidente Donald Trump explora a curiosidade antiga do público sobre “fenômenos anômalos não identificados” no universo. Embora o Pentágono venha trabalhando na desclassificação dos documentos há anos, Trump voltou a chamar a atenção para o assunto meses atrás, ao insinuar uma grande divulgação de documentos sobre UFOs.

Buzz Aldrin sempre afirmou que as missões espaciais foram seguidas por UFOs.

Em um relatório pós-missão da Apollo 11, em 1969, o astronauta Aldrin relembrou ter avistado várias coisas incomuns, como um objeto “de tamanho considerável” próximo à Lua e uma “fonte de luz bastante brilhante” que a tripulação achou que poderia ser um laser.

Um documento detalha uma entrevista do FBI com alguém identificado como piloto de drone que, em setembro de 2023, relatou ter visto um “objeto linear” com uma luz tão brilhante que era possível “ver faixas dentro da luz” no céu.

O objeto ficou visível por cinco a dez segundos, depois a luz se apagou e o objeto desapareceu”, segundo o depoimento prestado ao FBI.

Outro arquivo é uma fotografia da NASA da missão Apollo 17, em 1972, mostrando três pontos em formação triangular. O Pentágono afirma, na legenda que acompanha a imagem, que “não há consenso sobre a natureza da anomalia”, mas que uma nova análise preliminar indicou que poderia ser um “objeto físico”.

Foto feita pela Missão Apollo 12, na qual aparecem tres luzes coloridas em formação triangular.

Na descrição do arquivo no site war.gov, sobre a Apollo 11, está escrito:

A Apollo 11 foi a terceira missão tripulada à Lua e a primeira a pousar astronautas na superfície lunar. Este documento é um excerto do Relatório Técnico da Tripulação da Apollo 11 (Volumes 1 e 2) de 31 de julho de 1969. O documento destaca três observações: uma, um objeto a caminho da Lua; duas, flashes de luz dentro da cabine; e três, o avistamento, na viagem de retorno, de uma luz brilhante que a tripulação presumiu ser um laser.

Página 6-33 (Vol. 1). [Piloto do Módulo Lunar da Apollo 11, Buzz Aldrin]: “A primeira coisa incomum que vimos, creio eu, foi a um dia ou algo assim, bem perto da Lua. Tinha um tamanho considerável, então apontamos o monóculo para ela.” A tripulação especulou que poderia ter sido o estágio S-IVB do veículo de lançamento Saturno V.


Página 6-37 (Vol. 1). [Piloto do Módulo Lunar da Apollo 11, Buzz Aldrin] “A outra observação que fiz foi se acumulando gradualmente. Não sei se a vi na primeira noite, mas tenho certeza de que a vi na segunda. Eu estava tentando dormir com todas as luzes apagadas. Observei o que me pareceram pequenos flashes dentro da cabine, espaçados por alguns minutos…”


Página 21-1 (Vol. 2). [Piloto do Módulo Lunar da Apollo 11, Buzz Aldrin] “Observei o que parecia ser uma fonte de luz bastante brilhante, que atribuímos provisoriamente a um possível laser.”

Collins, Aldrin e Armstrong falando sobre as luzes brilhantes que estavam vendo.
“Ou dois anéis”, disse Armstrong. “Sim”, confirmou Aldrin. “Dois anéis. Dois anéis conectados”, disse Armstrong

O arquivo completo pode ser baixado aqui.

Os documentos incluem mais de 20 arquivos de vídeo mostrando objetos não identificados capturados por sensores militares em locais que vão da Síria e Japão à América do Norte. Os objetos variam de pontos em movimento rápido capturados à distância a um objeto em formato de bola de futebol americano avistado sobre o Mar da China Oriental em 2022. O vídeo mais recente é de 1º de janeiro deste ano e parece mostrar duas luzes circulares voando contra um fundo completamente preto na América do Norte.

Desde o início da Era Espacial, astronautas de diferentes países relataram encontros intrigantes com objetos não identificados durante missões orbitais e viagens além da Terra. Esses relatos ajudaram a alimentar uma das perguntas mais fascinantes da humanidade: estamos realmente sozinhos no universo?

Os primeiros casos começaram ainda na década de 1960, em plena corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. O cosmonauta soviético Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, teria mencionado luzes e fenôenos incomuns durante sua missão, embora muitos detalhes permaneçam cercados por especulações. Poucos anos depois, o astronauta Gordon Cooper afirmou publicamente acreditar que veículos extraterrestres visitavam a Terra, dizendo que pilotos militares testemunhavam esses objetos há décadas.

Um dos episódios mais conhecidos ocorreu durante a missão Apollo 11, em 1969. Enquanto viajavam rumo à Lua, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins relataram a presença de objetos luminosos acompanhando a cápsula. As comunicações oficiais explicaram que poderiam ser partes desprendidas do foguete Saturn V, mas o caso se tornou um dos mais debatidos da ufologia mundial. Existem ainda rumores persistentes de que Armstrong teria testemunhado algo estranho na superfície lunar, embora não existam provas conclusivas disso.

Outro caso famoso envolve a missão STS-48 da NASA, em 1991. Imagens transmitidas ao vivo mostraram luzes se movendo sobre a Terra, realizando mudanças bruscas de direção. Para ufólogos, aquilo representaria um comportamento inteligente incompatível com simples detritos espaciais. Já especialistas ligados à NASA afirmaram que os objetos eram partículas de gelo iluminadas pelo Sol e afetadas pelos movimentos dos propulsores do ônibus espacial.

O astronauta Edgar Mitchell, integrante da Apollo 14 e sexto homem a caminhar na Lua, tornou-se uma das figuras mais importantes a defender publicamente a hipótese extraterrestre. Mitchell declarou diversas vezes acreditar que governos escondiam informações sobre UFOs e afirmou que pessoas ligadas ao setor militar e de inteligência haviam revelado a ele detalhes sobre supostos contatos com inteligências não humanas.

Também existem relatos envolvendo cosmonautas russos na estação espacial Salyut e na Mir. Alguns afirmaram observar enormes objetos luminosos acompanhando as estruturas espaciais. Em certos depoimentos, os astronautas descrevem formas cilíndricas, luzes pulsantes e movimentos impossíveis para tecnologias conhecidas.

Mais recentemente, astronautas modernos adotam uma postura mais cautelosa. Muitos evitam falar diretamente sobre extraterrestres, mas admitem ter visto fenômenos difíceis de explicar. O ex-comandante da Estação Espacial Internacional Leroy Chiao, por exemplo, contou ter observado objetos metálicos estranhos durante um voo sobre a Sibéria. Já Scott Kelly afirmou que reflexos, partículas e ilusões ópticas podem facilmente enganar observadores no espaço.

O ambiente espacial realmente favorece interpretações incomuns. Reflexos solares, cristais de gelo, detritos orbitais, distorções ópticas e limitações das câmeras podem criar imagens impressionantes. Ainda assim, alguns registros continuam sem explicação definitiva, mantendo vivo o debate sobre o que astronautas realmente testemunharam fora da Terra.

Para os defensores da hipótese extraterrestre, os relatos de astronautas possuem enorme relevância porque vêm de pessoas altamente treinadas, acostumadas a identificar aeronaves, fenômenos atmosféricos e equipamentos espaciais. Já os céticos argumentam que experiência técnica não elimina erros de percepção, especialmente em um ambiente extremo como o espaço.

Décadas depois dos primeiros voos espaciais, os avistamentos de UFOs por astronautas continuam cercados por mistério. Entre relatos oficiais, testemunhos controversos e imagens debatidas até hoje, uma coisa permanece certa: o espaço ainda guarda segredos que talvez a humanidade esteja apenas começando a compreender.

Fonte: Fortune (com adaptações)

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