CIENTISTAS FAZEM AFIRMAÇÕES SOBRE AS ORIGENS DOS UFOS
Recentemente, dois cientistas de áreas muito diferentes foram questionados sobre o mesmo assunto: estamos sendo visitados e, em caso afirmativo, por quem?
O primeiro é Dean Radin, cientista-chefe do Instituto de Ciências Noéticas. Ele trabalhou nos Laboratórios Bell, em Princeton e no programa secreto de visão remota do governo, um esforço para descrever lugares distantes usando apenas a mente. Em sua recente participação no podcast The Joe Rogan Experience, Radin afirmou que, se essas naves forem reais, elas podem não ter percorrido uma distância tão grande para chegar até nós. Ele se inclina para uma ideia que atribui ao físico Hal Puthoff, de que os visitantes não são do futuro ou de muito longe, mas sim do passado remoto da Terra, uma inteligência que pode ter estado aqui, ou bem ao nosso lado, por muito mais tempo do que os humanos, e simplesmente seguiu em frente.
Então, Joe Rogan comentou que o fundo do oceano seria o melhor lugar para se esconder. O deputado Tim Burchett participou do podcast e descreveu cinco locais no fundo do oceano ligados a atividades em andamento, e Rogan mencionou relatos de naves transmídia, objetos que supostamente se movem do ar para a água sem diminuir a velocidade. A ideia principal de Radin era que os humanos mal exploraram o oceano, observando que mapeamos mais da Lua do que do fundo dos nossos próprios oceanos.
Radin também abordou o motivo pelo qual o assunto permanece obscuro. Segundo ele, uma grande quantidade de desinformação tem sido disseminada pelo governo e outras fontes para desviar a atenção. É aí que seu próprio método entra em cena. Quando a conversa se voltou para os pesquisadores ligados à história dos UFOs que morreram ou desapareceram, Radin disse que se protege e protege seus colegas publicando tudo o que fazem e mantendo em domínio público, para que nada possa ser abafado discretamente. Ele afirmou que o trabalho que já é público não vale a pena ser silenciado, o que torna a transparência uma forma de segurança, além de ser uma forma de ciência.

Segundo Avi Loeb, que lidera o Projeto Galileu, sediado em Harvard, o objetivo é coletar evidências concretas de forma transparente, em vez de esperar por um arquivo sigiloso. Seus três observatórios, incluindo o mais recente, no topo da Esfera de Las Vegas, agora alimentam um sistema de inteligência artificial treinado para identificar qualquer objeto que se mova além dos limites de alcance de aeronaves construídas pelo homem. De acordo com Loeb, ele não está interessado em um vídeo borrado ou em uma história. Ele quer que a distância, a velocidade e a aceleração do mesmo objeto sejam medidas a partir de vários pontos simultaneamente, porque esse é o tipo de evidência que não pode ser ignorada. Ele apoia a iniciativa de divulgação relacionada à coletiva de imprensa no Capitólio em 9 de junho, mas não teve acesso aos dados do governo e afirmou que os arquivos divulgados em duas etapas em maio não apresentaram evidências conclusivas de tecnologia não humana. Questionado se seu próprio sistema já havia identificado algo, Loeb respondeu que ainda não.
Mas essa resposta se torna mais difícil de aceitar diante da alegação do ex-analista de segurança nacional Matthew Brown. Brown afirma ter encontrado um programa secreto, que ele chama de Constelação Imaculada, que usava inteligência artificial para coletar e filtrar imagens de UFOs de servidores militares antes que a maior parte da comunidade de defesa e inteligência sequer as visse. Até o momento, o Pentágono nega a existência de tal programa.

Colocados lado a lado, os dois usos da mesma tecnologia apontam em direções opostas, e é isso que faz o trabalho de Loeb parecer uma resposta direta ao de Brown. Loeb está usando IA para expor anomalias abertamente, onde o público pode verificar os dados.
Brown afirma que a IA foi usada para enterrá-las em segredo, onde quase ninguém tinha acesso. Se Brown estiver certo, então um sistema silencioso tem decidido o que conta como real antes mesmo de qualquer cientista ver. Todo o projeto de Loeb foi construído para eliminar essa etapa intermediária, coletando os dados ele mesmo, publicamente, sem nenhum filtro entre a câmera e o resto de nós. Portanto, quando Loeb relata que nada foi encontrado ainda, precisamos fazer uma pergunta importante: “Nada encontrado” significa que nada existe, ou significa que nada está chegando às pessoas que têm permissão para verificar?

